É melhor pagar o IPVA à vista ou parcelar?
Orçamento: veja dicas para não extrapolar na conta de celular
| Se, por um lado, os celulares podem facilitar muito a vida das pessoas, por outro, seu uso intenso pode impactar bastante o orçamento familiar. Para administrar melhor esse recurso, vale observar as dicas que o educador financeiro Reinaldo Domingos preparou.
Melhor plano para sua realidade Domingos explica que pequenas ações são capazes de gerar grandes economias, por isso, vale a pena procurar os planos que se encaixam melhor ao seu perfil. Mude Ao ficar impossibilitado de efetuar chamadas, você vai descobrir que é possível viver sem celular. “Também verá que, em alguns casos, o aparelho celular é apenas uma maneira de suprir a solidão, principalmente, quando estamos parados no trânsito”, analisa Domingos. Lembre-se, por fim, de que as contas de celulares também encarecem, por conta dos diversos recursos disponíveis, como as mensagens, e o acesso a músicas, jogos e vídeos. Por mais que sejam interessantes, custam e pesam na conta final.
Fonte: Uol |
IPVA e IPTU parcelados ou à vista?
Início de ano é época de arcar com o pagamento de vários compromissos. Quem gastou além da conta no Natal necessita quitar as dívidas e aqueles que possuem filhos na escola precisam comprar material e uniforme. Fora todas essas despesas, ainda existem dois impostos que podem desequilibrar o orçamento financeiro para quem possui carro e moradia: IPVA e IPTU. Nesse caso, qual a melhor opção? Pagar à vista ou a prazo?
De acordo com o educador financeiro e presidente do Instituto DSOP, Reinaldo Domingos, a melhor opção na hora de efetuar o pagamento varia de acordo com a realidade financeira das pessoas. “Classifico a situação de cada um em três diferentes categorias. São elas: endividada, equilibrada financeiramente e investidora”, afirma.
Depende da situação
No caso de uma situação endividada ou equilibrada financeiramente, a dica do educador financeiro é optar pelo parcelamento, pois já se sabe que não há dinheiro disponível para o pagamento à vista. No entanto, ele alerta que “todo cuidado é pouco com os juros, que podem agravar ainda mais a situação financeira. Deve ser totalmente proibido recorrer ao cheque especial ou mercado financeiro, pois com os juros altíssimos será inviável arcar com os compromissos”.
Reinaldo Domingos também diz que, na existência de uma impossibilidade para pagar o IPVA ou IPTU à vista, alguma coisa está errada nas finanças. “Quem opta simplesmente pelo parcelamento não está combatendo a causa de não pagar à vista e ter os benefícios dos descontos, mas apenas tentando evitar o efeito do problema financeiro. Dessa forma, o melhor é refletir, reunir a família e dar início a uma reestruturação financeira”, explica o especialista.
Vantagem do desconto
Para a pessoa que estiver na situação de investidor, ou seja, que já tem o hábito de poupar parte do dinheiro e conseguir manter reservas financeiras para seus compromissos esporádicos, como é o caso do IPVA e IPTU, a recomendação é para o pagamento à vista, que no Ceará oferece até 10% de desconto no IPTU e 5% no IPVA.
“Só é importante ressaltar que é preciso ficar atento aos compromissos futuros, pois muitas pessoas acabam influenciadas pelos descontos e esquecem que terão outros compromissos também de grande importância ao longo do ano. Assim, antes de pagar, é fundamental estar ciente de todas as contas e com reservas para imprevistos”, avisa Reinaldo Domingos.
Organização
O presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira ainda dá uma última sugestão para evitar um futuro endividamento ou inadimplência.
“A dica é adotar uma agenda para o ano de 2012 e lançar todos os compromissos do ano como aniversários, datas comemorativas, prestações já assumidas, parcelamentos, além de não deixar de reservar dinheiro para os sonhos”, explica.
Com isso, prossegue, a pessoa terá plena certeza dos futuros acontecimentos e o que poderá gastar mensalmente se adequando ao verdadeiro padrão de vida. “Respeitar o dinheiro é uma premissa básica para a sustentabilidade e qualidade de vida”, afirma Reinaldo.
Como lidar com o seu chefe (ou colegas de trabalho) no Facebook
São Paulo – Chega uma nova solicitação de amizade no Facebook: seu chefe. Aceitar ou ignorar o convite? Se você pensou duas vezes antes de clicar no “aceitar”, certamente avaliou rapidamente o que o seu superior passaria a ver na tela do seu perfil na rede social.
Para aqueles que não têm uma relação aberta e informal com o gestor no trabalho, imaginar seu chefe vendo suas fotos de momentos com amigos e lendo suas opiniões publicadas no mural pode até ser um pouco constrangedor.
Mas, para André Telles, professor de marketing digital e CEO da agência Mentes Digitais essa situação incomum pode ser vantajosa para sua carreira. Afinal, se a empresa em que você trabalha é muito formal e você se sente pouco à vontade de opinar ou sugerir ideais, o Facebook acaba ajudando de certa forma. “Postando com notoriedade sobre assuntos relevantes, é possível até mesmo chamar atenção de seu chefe”, afirma.
“Não existe dessa de separar o pessoal do profissional”, diz Rogerio Sepa, especialista em gerenciamento de carreiras no mundo virtual da DBM. Entretanto a rede social oferece ferramentas para que o usuário possa escolher quais pessoas poderão ter acesso às suas publicações. E o melhor: seu chefe ou colegas de trabalho não saberão em que tipo de lista você os classificou.
Do lado esquerdo da página inicial do Facebook, clique no botão mais ao lado do item Listas. Depois, clique em criar listas e faça uma lista apenas voltada para seus contatos profissionais. Adicione pessoas à lista.Clique em Gerenciar Lista, depois em Atualizações a serem mostradas. Defina os critérios de atualizações de status. Depois, lembre-se de a cada publicação, em vez de compartilhar para todos os seus contatos, selecione quais listas poderão ler seu post.
Fonte: Revista Exame
Nova classe média responde por quase 50% dos gastos com roupas em 2011
SÃO PAULO – De tudo que foi gasto com roupas no Brasil em 2011, 48,4% saiu do bolso da nova classe média brasileira, ou seja, a classe C. Esses indivíduos foram os que mais gastaram com vestuário no ano passado, superando a elite e os emergentes.
De acordo com dados do Data Popular, divulgados nesta quarta-feira (18), a classe C gastou R$ 35,3 bilhões nesta categoria no ano passado. As classes A e B, juntas, gastaram R$ 24,5 bilhões, ou 33,6% do total gasto no setor, e as classes D e E desembolsaram R$ 13,1 bilhões, ou 18% do total.
Preocupação com a moda
O estudo ainda mostrou que 52,1% da nova classe média se preocupa em estar na moda.
“Ao contrário da elite, a nova classe média brasileira tem um pensamento funcional quanto à moda. Essa mulher pensa que, para alcançar melhores postos no mercado de trabalho, precisa estar bem apresentável, e aí entra a necessidade da moda em suas vidas”, explica o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles.
Para fazer suas compras, a nova classe média prefere os shopping centers e deixa as lojas de rua em segundo plano, estas sim preferidas pelas classes D e E. Além disso, 6 de 10 pessoas da classe média gostam de usar roupas de marca.
Usar uma roupa de marca é uma forma de se incluir, acredita a classe C. Já a elite vê as marcas como forma de obter exclusividade.
“Ou seja, se o jovem da Classe C adquire um tênis de marca renomada, ele visa apenas fazer parte do meio em que vive e ser aceito socialmente, enquanto o jovem da elite quer ser o diferente, ele quer aquele tênis que ninguém tem e, por isso, vai comprar no exterior”, diz Meirelles.
Regiões
No ano passado os brasileiros gastaram R$ 72,9 bilhões com roupas. Desse volume, o Sudeste respondeu por 48%, o Nordeste, por 21%, e o Sul, por 17%. O Centro-Oeste e o Norte contribuíram com 7% dos gastos cada um.
Fonte: InfoMoney
Facebook ultrapassa o Orkut no País
O que parecia inevitável aconteceu. Em dezembro, a audiência do Facebook ultrapassou a do Orkut, segundo os números da consultoria ComScore. O Brasil era um dos sete países em que o Facebook não era a rede social predominante – restam agora China, Japão, Coreia do Sul, Vietnã, Polônia e Rússia.
O Facebook alcançou 36,1 milhões de visitantes únicos no Brasil em dezembro. Um ano antes, a audiência era de 12,3 milhões. O crescimento foi de 192%. Já o Orkut deixou de ser líder de audiência nas redes sociais e ficou em segundo lugar, com 34,4 milhões de visitantes (alta de 5% em relação a 2010). No geral, a audiência das redes sociais cresceu 12% em um ano. O Tumblr é outro site que liderou a alta – passou de 1,3 milhão de visitas para 4 milhões, um salto de 206%.
“O rápido crescimento do Facebook no mercado brasileiro certamente foi uma das evoluções mais interessantes de 2011″, disse Alex Banks, gerente da ComScore para o Brasil. A avaliação, porém, não leva em conta acessos feitos nem por meio de computadores em lan houses, nem por aparelhos móveis.
Fonte: O Estado de São Paulo
Juros cobrados dos consumidores atingem menor nível desde 1995
Os juros cobrados dos consumidores nos financiamentos alcançaram, em dezembro, o menor nível desde 1995, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgado nesta segunda-feira (16).
A taxa média no mês passado foi de 6,58% ao mês, ou 114,84% ao ano.
Das seis linhas voltadas para a pessoa física que foram pesquisadas pela Anefac, uma se manteve estável e cinco foram reduzidas.
Especialistas dão 12 dicas para você se livrar das dívidas

As medidas mais importantes nesse sentido, para a Anefac, teriam sido a última redução da taxa básica de juros da economia, a Selic (que, em novembro, caiu de 11,5% para 11% ao ano) e a queda do IOF nas operações de crédito.
Juros das lojas caíram para 5,36%, taxa do cartão de crédito ficou estável
Os juros cobrados nos financiamentos feitos diretamente pelas lojas caíram de 5,46% ao mês para 5,36% mensais.
A taxa do cheque especial teve queda de 8,41% para 8,36% ao mês; a do Crédito Direto ao Consumidor, oferecido pelos bancos, de 2,20% para 2,18% ao mês.
Caíram também os juros cobrados no empréstimo pessoal concedido pelos bancos (de 4,39% para 4,21%) e do empréstimo pessoal concedido pelas financeiras (8,88% para 8,66%).
No caso do cartão de crédito, a taxa se manteve estável, na comparação com novembro, em 10,69%. É a mesma taxa cobrada desde dezembro de 2010.
Expectativa é de novas reduções nos próximos meses
Entre os juros cobrados das empresas, todas as três linhas de crédito pesquisadas tiveram redução na taxa.
A taxa de juros média geral para pessoa jurídica caiu de 3,98% ao mês (59,92% ao ano) em novembro de 2011 para 3,87% ao mês (57,72% ao ano) em dezembro. É a menor taxa média de juros registrada desde fevereiro de 2011.
A expectativa da Anefac é que novas reduções sejam feitas nos próximos meses, tanto nos juros cobrados dos consumidores como das empresas.
Fonte: Uol
Para educador financeiro, aumento da inadimplência reflete falta de planejamento
SÃO PAULO – Educador financeiro não vê nenhuma surpresa no crescimento da inadimplência observada em 2011, atribuindo o resultado à “grande festa do consumo” vista nos últimos anos e ao aumento da oferta de crédito, em meio à uma população que não dispõe de educação financeira.
A taxa de inadimplência subiu 5,34% no ano passado, frente a 2010, segundo dados da CNDL (Confederação Nacional de Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). De acordo com o presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, a falta de planejamento é um dos principais elementos que faz com que os consumidores não consigam arcar com seus compromissos.
Os elevados juros bancários também não ajudam, já que a maioria dos brasileiros recorre a empréstimos e linhas de crédito. Utilizar esses recursos não é exatamente o problema, mas sim apelar a eles sem conhecer em detalhes o funcionamento do sistema, pontua Domingos.
Frente às oportunidades de linhas de crédito, a vontade de consumir e as dívidas atrasadas, algumas dicas podem ajudar os consumidores a evitar destruir seu orçamento. Em seu livro “Livre-se das Dívidas: como equilibrar as contas e sair da inadimplência”, Domingos elabora justamente essas dicas.
O ciclo do endividamento
1. Causas – segundo Domingos, o endividamento acontece por conta do analfabetismo financeiro, do consumismo, do marketing publicitário e do crédito fácil;
2. Meios – os recursos que permitem essa situação são o cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR (imposto de renda);
3. Efeitos – estando endividados, os consumidores enfrentam diversos tipos de problemas, que, segundo Domingos, podem ser de ordem pessoal e até profissional, como problemas conjugais, de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e até faltas no trabalho.
O que fazer? Em uma situação de endividamento, a sugestão é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, “separando em ‘essenciais’ e ‘não essenciais’”, explica Domingos. É importante priorizar as dívidas ‘essenciais’, para evitar o corte de serviços indispensáveis.
Outro tipo de dívida que se deve priorizar são aquelas com altas taxas de juros, que provavelmente serão dos empréstimos adquiridos no sistema financeiro. Vale à pena procurar o gerente do banco e, segundo o educador, solicitar que junte em um mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos, para poder negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios de 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente.
A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não apenas os juros, mas sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo.
Caso não seja possível entrar em um acordo com a instituição financeira ou se a parcela não couber no orçamento, será melhor poupar para quando for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos, tendo, assim, melhores condições de negociar a quitação, em valores menores.
Dívidas: conheça os tipos de endividados e saiba evitar essa situação
SÃO PAULO – O endividamento é uma realidade que aprisiona milhares de brasileiros. Independentemente do salário recebido, a compulsão pela compra, conhecida como consumismo, atinge qualquer pessoa, e engane-se quem pensa que o consumismo é o mesmo que consumo.
O consumo é um conceito de necessidade e é considerado saudável, mas é preciso manter a atenção para que não se torne uma armadilha, tornando-se um vício ou uma necessidade constante.
Segundo a escritora e consultora Márcia Tolotti, o consumismo é o culpado pelo endividamento. “O endividado é aquela pessoa que se joga para um risco. Ela não sabe como vai pagar, mas mesmo assim compra”.
Endividados
Os endividados são classificados em três categorias:
- Ativo: é aquela pessoa que está constantemente contraindo dívidas e alega que teve imprevistos;
- Sobreendividado: é o equivalente a um falido. Estoura o cheque especial, realiza inúmeras parcelas no cartão de crédito, além de empréstimos;
- Passivo: este é o endividado que realmente passou por um imprevisto, seja ele doença, acidente, desemprego, morte ou separação.
Armadilhas
A satisfação plena e constante não existe, a frustração faz parte da vida de qualquer ser humano e os problemas não serão resolvidos durante as compras, segundo explica a escritora.
Pensando nisso, o ideal é ter cuidado para não cair nas armadilhas do consumo e não buscar desculpas para gastar dinheiro.
Para Márcia Tolotti, as causas afetivas são as principais culpadas que levam ao endividamento. “O consumismo atinge a pessoa quando o emocional está abalado”, alega a consultora.
Sem dívidas
Educar-se financeiramente, não fazer muitas parcelas no cartão de crédito, não utilizar o cheque especial e nem realizar financiamentos longos são algumas dicas para que a dívida não chegue perto.
Para conseguir “sair do buraco” e se livrar do endividamento, o primeiro passo é reconhecê-lo. Fazendo isso, crie um método de controle, como uma planilha. Coloque todos os gastos feitos numa tabela e regule suas finanças. “Para surgir um investidor é preciso que o gastador saia de cena”, finaliza Márcia.
fonte: InfoMoney
Vencimento do IPVA começa nesta 4ª feira
SÃO PAULO – O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2012 para donos de veículos licenciados no Estado de São Paulo começa a vencer nesta quarta-feira, 11. O imposto pode ser parcelado em até três vezes, con vencimentos em janeiro, fevereiro e março, ou ser pago à vista ainda neste mês. Neste caso, o consumidor terá direito a um desconto de 3% sobre o valor total. Em fevereiro, ainda há a oportunidade de pagar o IPVA em uma única parcela, mas sem desconto.
O cronograma de vencimento deste mês, que segue o final da placa do veículo, começa hoje e termina no dia 24. O parcelamento para caminhões é diferente (veja mais na tabela).
Quem atrasar o pagamento terá de pagar uma multa de 0,33% ao dia, limitada a 20%, mais o juro pela taxa Selic do período.
Além do IPVA, o proprietário de veículos tem de pagar o seguro obrigatório, o DPVAT, cujo preço – R$ 101,16 – foi mantido em relação a 2011.


Para pagar o imposto, o proprietário deve estar com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotores) e realizar o recolhimento em um guichê de agência bancária, nos terminais de auto atendimento, pela internet, débito agendado ou demais canais oferecidos pelo banco. Lotéricas e correspondentes bancários também podem ser utilizados.
A frota de veículos no Estado de São Paulo é de 19,6 milhões de veículos. Destes, cerca de 14,87 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA.
Fonte: Estadão
