Juros cobrados dos consumidores atingem menor nível desde 1995

janeiro 16, 2012 under Terapia Financeira

Os juros cobrados dos consumidores nos financiamentos alcançaram, em dezembro, o menor nível desde 1995, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgado nesta segunda-feira (16).

A taxa média no mês passado foi de 6,58% ao mês, ou 114,84% ao ano.

Das seis linhas voltadas para a pessoa física que foram pesquisadas pela Anefac, uma se manteve estável e cinco foram reduzidas.

Especialistas dão 12 dicas para você se livrar das dívidas

 Em nota, a Anefac atribui a queda na maior parte dos empréstimos para consumidores às medidas que o Banco Central e o Ministério da Fazenda vêm promovendo para incentivar o consumo.

As medidas mais importantes nesse sentido, para a Anefac, teriam sido a última redução da taxa básica de juros da economia, a Selic (que, em novembro, caiu de 11,5% para 11% ao ano) e a queda do IOF nas operações de crédito.

Juros das lojas caíram para 5,36%, taxa do cartão de crédito ficou estável

Os juros cobrados nos financiamentos feitos diretamente pelas lojas caíram de 5,46% ao mês para 5,36% mensais.

A taxa do cheque especial teve queda de 8,41% para 8,36% ao mês; a do Crédito Direto ao Consumidor, oferecido pelos bancos, de 2,20% para 2,18% ao mês.

Caíram também os juros cobrados no empréstimo pessoal concedido pelos bancos (de 4,39% para 4,21%) e do empréstimo pessoal concedido pelas financeiras (8,88% para 8,66%).

No caso do cartão de crédito, a taxa se manteve estável, na comparação com novembro, em 10,69%. É a mesma taxa cobrada desde dezembro de 2010.

Expectativa é de novas reduções nos próximos meses

Entre os juros cobrados das empresas, todas as três linhas de crédito pesquisadas tiveram redução na taxa.

A taxa de juros média geral para pessoa jurídica caiu de 3,98% ao mês (59,92% ao ano) em novembro de 2011 para 3,87% ao mês (57,72% ao ano) em dezembro. É a menor taxa média de juros registrada desde fevereiro de 2011.

A expectativa da Anefac é que novas reduções sejam feitas nos próximos meses, tanto nos juros cobrados dos consumidores como das empresas.

 Fonte: Uol

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Para educador financeiro, aumento da inadimplência reflete falta de planejamento

janeiro 13, 2012 under Terapia Financeira

SÃO PAULO – Educador financeiro não vê nenhuma surpresa no crescimento da inadimplência observada em 2011, atribuindo o resultado à “grande festa do consumo” vista nos últimos anos e ao aumento da oferta de crédito, em meio à uma população que não dispõe de educação financeira.

A taxa de inadimplência subiu 5,34% no ano passado, frente a 2010, segundo dados da CNDL (Confederação Nacional de Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). De acordo com o presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos, a falta de planejamento é um dos principais elementos que faz com que os consumidores não consigam arcar com seus compromissos.

Os elevados juros bancários também não ajudam, já que a maioria dos brasileiros recorre a empréstimos e linhas de crédito. Utilizar esses recursos não é exatamente o problema, mas sim apelar a eles sem conhecer em detalhes o funcionamento do sistema, pontua Domingos.

Frente às oportunidades de linhas de crédito, a vontade de consumir e as dívidas atrasadas, algumas dicas podem ajudar os consumidores a evitar destruir seu orçamento. Em seu livro “Livre-se das Dívidas: como equilibrar as contas e sair da inadimplência”, Domingos elabora justamente essas dicas.

O ciclo do endividamento

1. Causas – segundo Domingos, o endividamento acontece por conta do analfabetismo financeiro, do consumismo, do marketing publicitário e do crédito fácil;

2. Meios – os recursos que permitem essa situação são o cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR (imposto de renda);

3. Efeitos – estando endividados, os consumidores enfrentam diversos tipos de problemas, que, segundo Domingos, podem ser de ordem pessoal e até profissional, como problemas conjugais, de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e até faltas no trabalho.

O que fazer? Em uma situação de endividamento, a sugestão é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, “separando em ‘essenciais’ e ‘não essenciais’”, explica Domingos. É importante priorizar as dívidas ‘essenciais’, para evitar o corte de serviços indispensáveis.

Outro tipo de dívida que se deve priorizar são aquelas com altas taxas de juros, que provavelmente serão dos empréstimos adquiridos no sistema financeiro. Vale à pena procurar o gerente do banco e, segundo o educador, solicitar que junte em um mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos, para poder negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios de 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente.

A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não apenas os juros, mas sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo.

Caso não seja possível entrar em um acordo com a instituição financeira ou se a parcela não couber no orçamento, será melhor poupar para quando for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos, tendo, assim, melhores condições de negociar a quitação, em valores menores.

 Fonte: InfoMoney
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Dívidas: conheça os tipos de endividados e saiba evitar essa situação

janeiro 12, 2012 under Terapia Financeira

SÃO PAULO – O endividamento é uma realidade que aprisiona milhares de brasileiros. Independentemente do salário recebido, a compulsão pela compra, conhecida como consumismo, atinge qualquer pessoa, e engane-se quem pensa que o consumismo é o mesmo que consumo.

O consumo é um conceito de necessidade e é considerado saudável, mas é preciso manter a atenção para que não se torne uma armadilha, tornando-se um vício ou uma necessidade constante.

Segundo a escritora e consultora Márcia Tolotti, o consumismo é o culpado pelo endividamento. “O endividado é aquela pessoa que se joga para um risco. Ela não sabe como vai pagar, mas mesmo assim compra”.

Endividados
Os endividados são classificados em três categorias:

  • Ativo: é aquela pessoa que está constantemente contraindo dívidas e alega que teve imprevistos;
  • Sobreendividado: é o equivalente a um falido. Estoura o cheque especial, realiza inúmeras parcelas no cartão de crédito, além de empréstimos;
  • Passivo: este é o endividado que realmente passou por um imprevisto, seja ele doença, acidente, desemprego, morte ou separação.

Armadilhas
A satisfação plena e constante não existe, a frustração faz parte da vida de qualquer ser humano e os problemas não serão resolvidos durante as compras, segundo explica a escritora.

Pensando nisso, o ideal é ter cuidado para não cair nas armadilhas do consumo e não buscar desculpas para gastar dinheiro.

Para Márcia Tolotti, as causas afetivas são as principais culpadas que levam ao endividamento. “O consumismo atinge a pessoa quando o emocional está abalado”, alega a consultora.

Sem dívidas
Educar-se financeiramente, não fazer muitas parcelas no cartão de crédito, não utilizar o cheque especial e nem realizar financiamentos longos são algumas dicas para que a dívida não chegue perto.

Para conseguir “sair do buraco” e se livrar do endividamento, o primeiro passo é reconhecê-lo. Fazendo isso, crie um método de controle, como uma planilha. Coloque todos os gastos feitos numa tabela e regule suas finanças. “Para surgir um investidor é preciso que o gastador saia de cena”, finaliza Márcia.

fonte: InfoMoney

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Vencimento do IPVA começa nesta 4ª feira

janeiro 11, 2012 under Terapia Financeira

SÃO PAULO – O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2012 para donos de veículos licenciados no Estado de São Paulo começa a vencer nesta quarta-feira, 11. O imposto pode ser parcelado em até três vezes, con vencimentos em janeiro, fevereiro e março, ou ser pago à vista ainda neste mês. Neste caso, o consumidor terá direito a um desconto de 3% sobre o valor total. Em fevereiro, ainda há a oportunidade de pagar o IPVA em uma única parcela, mas sem desconto.

Cerca de 15 milhões de carros devem recolher o IPVA em SP - Werther Santana/AE
Werther Santana/AE
Cerca de 15 milhões de carros devem recolher o IPVA em SP

O cronograma de vencimento deste mês, que segue o final da placa do veículo, começa hoje e termina no dia 24. O parcelamento para caminhões é diferente (veja mais na tabela).

Quem atrasar o pagamento terá de pagar uma multa de 0,33% ao dia, limitada a 20%, mais o juro pela taxa Selic do período.

Além do IPVA, o proprietário de veículos tem de pagar o seguro obrigatório, o DPVAT, cujo preço – R$ 101,16 – foi mantido em relação a 2011.

Para pagar o imposto, o proprietário deve estar com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotores) e realizar o recolhimento em um guichê de agência bancária, nos terminais de auto atendimento, pela internet, débito agendado ou demais canais oferecidos pelo banco. Lotéricas e correspondentes bancários também podem ser utilizados.

A frota de veículos no Estado de São Paulo é de 19,6 milhões de veículos. Destes, cerca de 14,87 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA.

Fonte: Estadão

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IPVA e IPTU: parcelar ou aproveitar os descontos do pagamento à vista?

janeiro 10, 2012 under Terapia Financeira

SÃO PAULO – Quando o assunto são as contas, o começo do ano é largamente conhecido como um período complicado. Além das diversas despesas, os contribuintes ainda ficam na dúvida se devem parcelar ou aproveitar os descontos oferecidos no pagamento à vista dos impostos como IPVA e IPTU.

No caso do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), é possível quitá-lo à vista, com um desconto de 6% ou parcelar em 10 pagamentos iguais, com cada parcela correspondendo a 10% do valor total do imposto. Já o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) pode ser quitado em uma parcela, com desconto de 3%, ou em três pagamentos iguais, sem o desconto. Lembrando que os descontos valem apenas para São Paulo (cidade e estado, respectivamente).

Frente a tais opções de pagamento, qual o melhor negócio? Boa parte dos especialistas consultados pela equipe InfoMoney concordacom a seguinte resposta: depende. O educador financeiro Reinaldo Domingos explica que, antes de optar por uma ou outra forma de pagamento, é preciso observar qual a situação financeira do contribuinte: endividado, não endividado ou investidor?

“Para quem tem o dinheiro, o melhor caminho é pagar à vista e aproveitar os descontos de 3% do IPVA e os 6% do IPTU, pois não existe nenhuma aplicação de renda fixa que pague isso”, diz Domingos. Caso esteja endividado, a melhor opção deve ser o parcelamento mesmo. Nesses casos, explica Domingos, não vale a pena pegar empréstimo em nenhuma instituição financeira para quitar o imposto à vista, mesmo porque as taxas de juros não compensam o valor do desconto.

Sem vantagem
O coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina, Reginaldo Gonçalves, diz que, mesmo nos empréstimos mais baratos, os consignados, as taxas ao mês são por volta dos 2%, sendo que não compensam da mesma forma. O professor do Ibmec Rio, Roberto Zentgraf, concorda: “quando você prefere financiar, está tomando dinheiro emprestado e pagando juros mais caros do que o desconto do imposto”.

O educador financeiro Mauro Calil tem a mesma opinião. “É uma decisão que depende de alguns fatores. Quem tem o dinheiro para fazer o pagamento à vista tem que calcular o quanto de juros ele receberia no prazo do parcelamento versus o desconto do pagamento à vista; assim, se encontrar uma aplicação que renda mais do que o desconto, ela será um bom negócio”.

“Para quem tem o dinheiro aplicado em caderneta de poupança, vale a pena retirá-lo e fazer o pagamento à vista, pois o 0,6% de rendimento mensal dessa aplicação não supera o desconto do imposto“, analisa Calil.

Realidade financeira
Mas não são só os rendimentos que os contribuintes devem considerar na hora de tomar tal decisão. De acordo com Domingos, é preciso observar os gastos futuros e analisar se você não vai precisar de dinheiro mais para frente. Aqui, pode ser mais interessante guardar esse dinheiro. “Nesse caso, não oriento queimar essa reserva. É melhor perder o desconto do que correr o risco de ter que tomar crédito caro em uma eventualidade”.

Na prática, se o contribuinte tem o dinheiro para pagar os impostos à vista, mas em poucos meses sabe que vai precisar de recursos para uma grande festa ou outra eventualidade, é melhor pagar de forma parcelada os tributos do que ter de solicitar crédito mais para frente, com altas taxas de juros.

Por fim, os especialistas ainda fazem uma última observação a respeito do pagamento de impostos. Caso o contribuinte se encontre em uma situação em que não consegue nem ao menos pagar o valor do imposto do seu automóvel ou de sua casa, talvez seja o momento de repensar suas posses e avaliar se não está comprando e vivendo além da sua realidade financeira.

fonte: InfoMoney

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Evite o descontrole de gastos e inicie 2012 no azul

janeiro 10, 2012 under Terapia Financeira

No começo de ano surgem as metas pessoais, profissionais, sonhos e também os desejos de consumo. Mas é preciso atenção e cuidado para não deixar que o exagero supere a capacidade de pagamento. Evitar o superendividamento é sempre a melhor opção, por isso a Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN, por meio do Portal Meu Bolso em Dia, oferece diariamente dicas de finanças pessoais para quem deseja começar 2012 no azul.

Tradicionalmente, no começo do ano, há diversas despesas, como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), a taxa de licenciamento do veículo, despesas com o material escolar e matrículas. De acordo com Fábio Moraes, diretor de Educação Financeira da FEBRABAN, o primeiro passo para evitar o endividamento é ter controle sobre o dinheiro. “Isso envolve dois caminhos, primeiro verificar um possível aumento de renda, por exemplo, com uma mudança de emprego ou outra atividade que garanta uma renda extra; e segundo, avaliar os gastos do mês e classificar as despesas em essenciais ou supérfluas”, diz.

A organização do orçamento nem sempre é fácil, “exige disciplina e acompanhamento constante”, afirma Fábio. Entretanto existem ferramentas que podem ajudar na organização, como planilhas, cadernetas ou até mesmo um software, como o Jimbo, que é gratuito e ajuda a controlar melhor as contas individuais, familiares e a não esquecer a data dos pagamentos. Além disso, o Jimbo também mostra o planejamento financeiro dos próximos meses e indica a capacidade financeira para o pagamento dessas despesas.

Depois de organizar o orçamento, faça uma lista dos projetos para 2012. “Os planos podem ser de médio e longo prazo, como comprar um carro, fazer uma viagem para o exterior, ou entrar na faculdade. O importante é que a pessoa tenha em mente que os projetos estão ligados a situação financeira, por isso é importante um planejamento de poupança, pensar no quanto vale o projeto e por quanto tempo terá que guardar dinheiro para conquistar esse sonho”, diz Moraes.

“O plano de poupança tem que ser uma obrigação e deve entrar no orçamento. Mas se a pessoa tem dificuldade para guardar dinheiro sozinha, poderá optar por um produto financeiro, por exemplo, o consórcio, onde estipula um valor que será necessário para alcançar aquele sonho e paga todo mês uma quantia adequada ao orçamento, o consociado pode ser sorteado ou então oferecer um lance para adquirir o valor da carta de crédito”, avalia Moraes.

Estou bem endividado
Se a situação financeira da pessoa já estiver complicada e no vermelho, a primeira orientação é listar todas as contas fixas e atrasadas. “Renegocie as dividas e também avalie a necessidade de trocar uma divida ruim, por uma melhor, por exemplo, se estiver endividado no cartão de crédito, ou no cheque especial, de repente optar por uma linha de financiamento mais adequada, como o crédito consignado, pode ser uma boa opção, pois pagará menos juros”, avalia Moraes. É importante lembrar que o cheque especial é um produto destinado apenas para situações emergenciais e deve ser utilizado por um período bem curto.

“Não adianta só pagar as contas, quem está endividado precisa cortar despesas desnecessárias para equilibrar o orçamento. Neste caso, será preciso cortar os pequenos gastos, como por exemplo, comer fora de casa, tomar o cafezinho na padaria todos os dias. É importante perceber que pequenas despesas podem gerar um grande gasto no fim do mês, assim como as pequenas parcelas”, ressalta Moraes.

10 dicas para uma vida financeira mais saudável

1. Controle o orçamento;
2. Acompanhe diariamente ou semanalmente os gastos;
3. Ao contratar um crédito procure o mais adequado para sua situação;
4. Não use o cheque especial e o cartão de crédito como extensão do salário;
5. Evite pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito (rotativo);
6. Reduza os gastos supérfluos;
7. Tenha sempre um projeto de vida que acompanhe uma meta financeira;
8. Tenha uma poupança de emergência (de 3 a 12 salários);
9. Faça um planejamento financeiro pensando na aposentadoria;
10. Equilibre as despesas e esteja sempre com o saldo positivo.

fonte: Febraban

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Atenção com as tentações das liquidações de janeiro

janeiro 9, 2012 under Terapia Financeira
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A importância da Educação Financeira para a qualidade de vida

janeiro 8, 2012 under Terapia Financeira
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Pagar dívidas com o 13º não resolve o problema

dezembro 7, 2011 under Conhecimento
Livro

Livre-se das Dívidas

SÃO PAULO – O décimo terceiro salário  costuma ser a “salvação” de muitos brasileiros. Isso porque o dinheiro extra recebido no final do ano é utilizado por uma grande parte da população para a quitação de dívidas e parcelas de financiamento que ficaram em atraso durante todo o ano.

Entretanto, o educador financeiro e fundador do Instituto Dsop, Reinaldo Domingos, afirma que pagar as dívidas com o dinheiro do décimo terceiro salário não resolve o problema. “Se você simplesmente pagar as dívidas com este dinheiro, com certeza estará endividado novamente em pouco tempo”, aponta o educador.

Por isso, ele aconselha que, antes de tomar esta decisão, o devedor faça um planejamento completo das finanças para evitar que o problema se repita e se torne um ciclo vicioso. “O décimo terceiro até pode ser utilizado para quitar dívidas, mas desde que se tenha absoluta certeza de que o problema foi resolvido”, afirma. Continuar leitura.. »

Juros e Porcentagem são Temas Muito Recorrentes nos Vestibulares

dezembro 6, 2011 under Conhecimento

Confira algumas dicas com o professor Marcelo Dias e o Educador Financeiro Dimitrios Asvestas.

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